segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Natal

Natal
Natal !
Essa palavra que nem milhões de anos conseguem apagar.
Essa palavra que nos leva a amar.
Natal, estrela que brilha e nos transmite calor
Natal, saudade e união.
Natal, amor no coração.
Digo que natal é amor pois amor é algo puro e limpo.
Algo bonito, algo que a união, a fé, a confiança e a paz interior nos podem transmitir.
Eu não sei o que é o amor, mas posso explicar por gestos, palavras e até olhares, mas sobretudo posso dizer que, enquanto as outras pessoas ao olharem-se ao espelho e vêem uns lindos olhos ou um lindo rosto, eu vejo um mundo que cresce e se amplia dentro de mim, esse mundo tem o nome de coração. Este coração que ano após ano diz ao mundo com alegria e boa disposição : Feliz Natal ! E que melhor do que eu  pode explicar como e porquê o mundo é assim.
Mas o mais importante é que geração após geração, século após século ninguém deixou de dizer : Natal ! Natal é amor !
Mas sobretudo Natal é o que faz do mundo um mundo melhor, por isso e muito mais só me resta dizer : Feliz Natal !

O Amor está no ar!

Amor ! O que é o amor ?

Amor! Será flor, planta, bicho ou apenas algo estranho e escondido.
Eu não sei, mas sei que o coração bate e que cada batida é uma letra, letras que juntas formam palavras, que juntas fazem frases, frases que escrevo com amor, porque escrevo não com a cabeça mas com o coração. E talvez a resposta que eu procuro não me possa ser dada pois, amor não é uma coisa ou um objecto com peso, altura e razão, mas sim um sentimento puro, limpo e escondido. Por isso ao olhar-me ao espelho, não vejo uns lindos olhos ou um lindo rosto, mas sim algo escondido dentro de mim que só eu posso desvendar e descobrir a melhor maneira de o adaptar ao meu coração.
Às vezes penso em amor, mas na verdade penso em amare agora pergunto : Amar ! O que é amar ? Amar é dar amor, a nós, aos outros, ao mundo, mas aí surge outra palavra e depois outra e mais outra e o ciclo não tem fim, pois amor não é só amor é muito e muito mais. Por isso é estranho, confuso e escondido, mas só aos olhos de quem não percebe ou não quer perceber.